quinta-feira, 27 de maio de 2010

Não faltou nada, até japonês tinha

Fim de semana passado fui ao ‘Planeta Sushi’ na Avenida principal de Itaguaí e pude comprovar o que há muito já me falavam, a comida japonesa realmente é deliciosa, confesso que senti falta do meu tradicional feijão com arroz. Bem... Arroz tinha, mas não com o sabor brasileiro, claro que se tivesse, o restaurante perderia a graça de ser japonês. O ambiente é legal e o sushiman já morou no Japão, o que ajuda a cair na fantasia de que estamos comendo algo original e não apenas uma imitação.



O que antes era visto como estranho, hoje se tornou legal e não fiz feio ao utilizar o hashi (nem precisei do elástico para iniciantes ou pior o garfo), esta bem, teve um momento que fui pegar o hot Filadélfia no barquinho (alias é uma graça dá até vontade de levar para casa) me enrolei um pouco, mas tive uma super ajuda neste momento. Bom... O yakisoba estava uma delícia, mas o que o meu sogro fez em casa estava mais, era o toque brasileiro fazendo a diferença.


Tudo estava ótimo, as companhias, a comida, o ambiente, as flores que ganhei, a experiência, o frio, a pequena viagem até lá! Enfim uma noite para ser comemorada...

Lição do dia: Parar de dizer que não gosto de um tipo de comida apenas porque experimentei uma vez. Uma amiga já tinha me dito isso: Se puder experimente tudo, você só pode dizer que não gosta daquilo que você provou. Lição lançada, lição aprendida!

Foto em breve, quer dizer assim que eu conseguir passar para o coputador.

O mundo esta mesmo de pernas para o ar...

A violência que embala o sono de muitas famílias sejam em países pobres ou ricos não é novidade, mas quem não se assusta ainda quando vê na manchete do jornal a notícia que pai matou filho, filho matou pai. Violência sexual promovida pelas pessoas que deveriam proteger a vítima, mãe jogando filho no rio, na lixeira e em tantos outros lugares ao invés de ser nos seus braços cobertos pelo seu afeto. Pedofilia dentro de casa, dentro do ninho das famílias que fazem o máximo para proteger seus pequenos, mas na internet todos podem ser bonzinhos ou mesmo parentes. Progenitores aliciando seus filhos, trocando-os por drogas.



Será que ninguém fez a conta errada?? Estamos mesmo no século XXI?? Ou será que vivemos como o Benjamim Button? Nascemos com sabedoria e estamos nos tornando Homo sapiens novamente. Como na era da tecnologia ainda existem tantos absurdos? O mundo esta acabando e ninguém percebeu, vejam as enchentes em lugares improváveis, casas caindo como se fossem brinquedos maus montados, prédios rachando a toa, terremotos destruindo cidades, países. E não digo que esta acabando pelo fato do Stallone ter vindo ou pelo ressente tremor de terra em Mangaratiba, mas digo pelo fato de coisas absurdas estarem acontecendo aqui e no mundo.


Hoje mais uma manchete me chocou. Um garoto indonésio de apenas 2 anos, isso mesmo uma criança, um bebê de 2 anos fumando cigarro e ele fuma mais de 40 cigarros por dia. O mais absurdo é o pai desta criança achar tudo isso normal. Fora os casos de incestos, pai casando com filha, avó casando com neto e isso tudo com consentimento, nada de forçar a barra, tudo com permissão. Representantes das igrejas pedófilos, envolvidos em escândalos financeiros. O que será de um mundo que prende um ladrão de galinha, mas deixa um poderoso chefão da máfia solto e comandando o crime, bom... Eu não sei, porém o mais provável seja a falência desta instituição chamada mundo.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Sabor da liberdade

Imagino como deve ser legal morar em um apartamento de frente para a praia do Recreio, Lagoa Rodrigo de Freitas, Ipanema, Ah! Copacabana... A Princesinha do mar... Uma experiência e tanto. Ir ao cinema quando quiser, pelo fato de ser tão perto do apartamento que parece ser a extensão da sua sala, ir ao zoológico e imaginar como é ser um daqueles animais.



Mas mesmo com tudo isso não me vejo passando a infância em um playground sem árvores frutíferas, sem muros para grandes aventuras, sem terra nos pés. Uma infância sem balanço feito na árvore que da a sensação de te balançar até o céu, uma liberdade sem fim. Fazer horta no quintal e ver as sementes virando hortaliças, verduras mesmo que ainda nem saiba distinguir uma da outra, mas é bonito ver a transformação da vida.


Um quintal. Todos na infância deveriam ter um quintal. Colher frutas com a família, brincar de se esconder entre as árvores, sujar as mãos de terra plantando pau Brasil pq descobriu na escola que estão em extinção. Tentar fazer uma casinha do lado de fora como se aquele projeto fosse o mais importante da sua vida, o que na verdade não deixa de ser. Fazer expedição ‘selvagem’ no quintal e descobrir espécies perigosas como um minhocuçu, que parece cobra, mas é uma minhoca enorme que dá um meeeeeeeeedo danado, mas é só uma minhoca grande. Ver micos com filhotes nas costas que dão vontade de pegar, mas como toda expedição selvagem você tem que se prevenir.


Mesmo depois de grande devemos ter um quintal para poder reunir os amigos, pendurar uma rede e paquerar as estrelas ou um de nossos ‘amigos’. Onde possa ser plantado sementes que não podemos pegar com as mãos, mas sementes que cresçam na terra do coração, nas lembranças da infância e no campo na eternidade. Os momentos bons são necessários serem divididos, para que jamais sejam esquecidos.

Política da boa vizinhança

O mundo sempre teve um problema de identidade, onde alguns assumem a sua e outros se escondem atrás da opinião alheia sem um pingo de dignidade ou personalidade. Este problema afeta a todos por que assim você não entende certas situações da vida.



Vou explicar este discurso. Vendo umas fotos antigas, vi pessoas que abraçavam e beijavam outras, no entanto hoje elas nem se falam e mais: falam mal umas das outras. Mudar de opinião ou comprar de alguém não significa travar guerra. Cuidado ao comprar a opinião alheia sem ao menos ter a sua, pois é mais do não ter personalidade é perigoso. Perigoso por que passamos a ter uma visão que não é a nossa, pode ser uma visão turva, com defeitos, precisando de sérias manutenções. Claro que nos enganamos com muitas coisas na nossa vida, mas praticar o livre árbitro é inigualável, pois os acertos e erros serão seus e de mais ninguém, é a sua história.


Ser um bom vizinho não significa sempre dizer sim aos que os outros dizem. Têm adultos que agem como adolescentes e seus grupinhos que às vezes excluem outras pessoas sem nem ao menos saber o pq, usando a justificativa de que o ‘líder’ não fala com ela. Mas será que eles estão mesmo sabendo o pq desta exclusão ou apenas estão comprando uma ideia de outros? Resolvi não comprar as ideias de mais ninguém a não ser que eu concorde. Confirmo que estou amando. Não fazer parte deste grupo que deixam de viver a vida pq as pessoas simplesmente não praticam a sua opinião esta me fazendo bem.


Confesso que já fui assim. Para ser aceita a cabeça automaticamente fazia movimentos suaves de um belo sim, mesmo que este sim fosse me trazer algum transtorno. Eu tinha a minha opinião, no entanto por medo de perder a amizade, o carisma sempre dizia sim! E digo, não foi tão glamoroso como mostra o filme “Sim Senhor”. Quando agimos assim pensamos que as pessoas a nossa volta sempre farão o mesmo, o que nem sempre é recíproco. O que é pior quando compramos uma briga e levantamos bandeiras, quase sempre depois vemos que tudo não passava de uma crise conjugal: que inevitavelmente dói, lágrimas se transformam em rios e no final a letra agressiva muda e se transforma em uma sinfonia de amor como na música da Ivete Sangalo: “Não precisa mudar, vou me adaptar ao seu jeito seus costumes, seus defeitos, seu ciúme, suas caras. Prá que mudá-las? Sei que no final tudo fica muito bem, a gente se ajeita numa cama pequena e te faço poema e te cubro de amor”, aí meu amigo suas feridas, serão suas e de mais ninguém.
A lição esta lançada: Em briga de marido e mulher (amigos) ninguém mete a colher. A não ser que você tenha cacife para encarar os dois.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Quero tirar férias da vida....


Queria por um dia ao menos não sentir esta dor, não ser quem sou e nem lembrar de algumas coisas que vivi. Simplesmente tirar férias do trabalho, da faculdade, de mim, da família, dos amigos, dos inimigos, das lembranças. E voltar com a alma renovada e mais forte, selar a janela killer que abre e me faz sofrer ou jogá-la fora e deixar aberta as janelas das alegrias que vivi, dos amores que senti, da paz que já senti...